segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

No rasto da vida

Há um rasto de gente
Há um rasto de sombra
Nas pegadas da vida.

Há um rasto de vida
Há um rasto de morte
Nas pegadas do tempo.

Há um rasto de sorte
Há um rasto de vento
Nas pegadas das estórias.

Há pegadas de gente
De vida e de morte
De azar e de sorte
No rasto da vida.

Martha Mendes
(Macau, 29 Dezembro 2008)